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A MOSTRA
 
 
CAIXA CULTURAL APRESENTA A PRIMEIRA RETROSPECTIVA DO CINEASTA ATOM EGOYAN NO RIO DE JANEIRO
 
Programação, que tem entrada franca, conta com os longa-metragens de ficção do premiado diretor egípcio-canadense e terá sessões comentadas
 

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 27 de setembro a 9 de outubro (terça-feira a domingo), a mostra Atom Egoyan - A realidade distorcida do cinema egípcio que apresenta todos os 15 longa-metragens de ficção dirigidos por Atom Egoyan, desde os clássicos Next of kind (1984) e Family Viewing (1987) até Memórias Secretas (2015), seu último trabalho. A entrada para todas as sessões será franca, com distribuição de senhas antes do início de cada sessão.

Será a mais completa retrospectiva dos filmes de Atom Egoyan no Rio de Janeiro. Entre os destaques da programação estão Exótica (1994), filme de abertura da mostra e seu primeiro grande sucesso, indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, e Doce Amanhã (1977), considerado pela crítica com um dos seus melhores trabalhos, ganhador do Prêmio do Grande Júri, do Troféu FIPRESCI e do Troféu do Júri Ecumênico no Festival de Cannes.

"A mostra Atom Egoyan - A Realidade Distorcida do Cinema Egípcio apresenta os clássicos do diretor canadiano Atom Egoyan. A atmosfera erótica e sombria de filmes como Exótica, O Corretor e À Procura se destacam na seleção de filmes independentes e enigmáticos sobre a realidade distorcida, do aclamado diretor”, comenta o curador Alexander Mello

Nas últimas três décadas, Atom Egoyan vem conquistando respeito e visibilidade através da sua participação e premiação em diversos festivais internacionais, se estabelecendo como um importante autor cinematográfico contemporâneo. Egoyan é descendente de armênios, nascido no Cairo e se mudou com a família, ainda criança, para o Canadá. Ele passou de filmes independentes para um trio de adaptações literárias densas e meticulosamente realizadas, interrompendo este percurso para escrever, realizar e produzir um drama épico sobre genocídio armênio na Turquia antes da Primeira Grande Guerra, que condensou todos os temas de Egoyan e se tornou o filme mais pessoal realizado até hoje - Ararat (2002).

Nos dois finais de semana, a mostra terá sessões comentadas dos filmes Ararat e Exótica  pelos críticos Marcelo Müller e Rodrigo Gerace. Durante o evento, será lançando um catálogo sobre a mostra.

 

 
         
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